Quinta-feira, 31 de maio. Chegou o fim de maio.
Hoje é dia Comissário de Bordo e Mundial das Comunicações Sociais.
Vamos as notícias:
O presidente da Gol, Constantino de Oliveira Júnior, anunciou, na terça-feira (29), um acordo para pagamento de indenizações para 23 famílias de parentes das vítimas do acidente ocorrido no dia 29 de setembro de 2006, no Norte de Mato Grosso. As 154 pessoas que estavam a bordo do avião da Gol morreram.
A declaração foi feita por Oliveira após participar de sessão da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) do Apagão Aéreo, em Brasília, segundo a assessoria de imprensa da Gol. "A responsabilidade objetiva é da Gol e nós não fugimos dessa responsabilidade."Os parentes das vítimas do acidente que fecharam o acordo para receber indenização da Gol são aqueles que não entraram com processo nos Estados Unidos. Parte das famílias processam a ExcelAir, dona do jato Legacy que colidiu com o Boeing da Gol, e a Honeywell, fabricante do transponder (equipamento que informa a altitude e posição precisas da aeronave). "Depois do acidente, o assédio de vários advogados foi forte. Nós tivemos uma atitude pró-ativa e procuramos as famílias", disse Oliveira Júnior.
Sobre a queda do Boeing, ele não quis apontar culpados pelo acidente.
Um grupo de parentes de vítimas do acidente com o Boeing da Gol ameaça entrar com ação cautelar proibindo a exibição de documentário produzido pela Discovery. Eles querem que o documentário, lançado terça-feira (29) e exibido antecipadamente a dois representantes de parentes de vítimas do acidente, seja mostrado a um grupo maior de famílias antes de ir ao ar.
O documentário "A tragédia do vôo 1907" mostra os bastidores do acidente e a seqüência de fatos que causaram a queda do Boeing da Gol, no dia 29 de setembro de 2006, no Norte de Mato Grosso. O Boeing e o jato Legacy se chocaram em pleno vôo. As 154 pessoas que estavam a bordo do avião da Gol morreram. O Legacy conseguiu pousar na Base Aérea da Serra do Cachimbo, no Sul do Pará. As sete pessoas a bordo não sofreram ferimentos.
O Senado aprovou nesta quarta-feira (30) o aumento salarial dos deputados e senadores e ainda do presidente da República, do vice e dos ministros. A aprovação foi simbólica e discreta, sem alarde.
O reajuste agora vai à promulgação do Congresso Nacional. Segundo a secretaria-geral do Senado, basta apenas a assinatura do presidente do Casa, Renan Calheiros (PMDB-AL), sem a necessidade de sessão porque se trata de um decreto legislativo, para que os aumentos sejam promulgados. O que, segundo a secretaria, deve ocorrer ainda nesta semana. Após isso, a promulgação é publicada no Diário Oficial do Congresso.O projeto já havia sido votado pelos deputados. Os salários subirão em 28,5%. O reajuste é retroativo a 1º de abril. A proposta aprovada eleva os salários dos parlamentares de R$ 12.847,20 para R$ 16.512,09.
Já o salário do presidente da República sobe de R$ 8.885,45 para 11.420,21. O vice-presidente e os ministros, que ganham hoje R$ 8.362,00, passam a receber R$ 10.748,43. Segundo os parlamentares, esses reajustes representam a correção da inflação entre dezembro de 2002 e março deste ano.
O estilista e apresentador de televisão Ronaldo Ésper anunciou nesta quinta-feira (31) que vai se filiar ao Partido Trabalhista Brasileiro (PTB).
Ésper, detido em janeiro de 2007 após ser acusado de furtar vasos do cemitério do Araçá, em São Paulo, quer ser candidato a vereador na capital paulista nas eleições de 2008.
O PTB é presidido nacionalmente pelo ex-deputado federal Roberto Jefferson, que em 2005 denunciou o esquema do mensalão e teve o mandato cassado pela Câmare.
Ésper, que ainda responde na Justiça pelo suposto furto dos vasos do cemitério, já havia anunciado a disposição de concorrer a um mandato de vereador na Câmara paulistana durante as eleições municipais de 2008. O PTB deverá registrar como filiados outras 40 celebridades, entre as quais, o ex-integrante do grupo Polegar, Rafael Ilha, o jogador de futebol Marcelinho Carioca, a viúva do presidente do Corinthians Vicente Matheus, Marlene Matheus, e o ex-secretário de Saúde de São Paulo, Jorge Pagura.
