Quinta-feira, 12 de julho.
Vamos as notícias:
Húngaro é preso por manter mulher em cárcere privado
Um homem de nacionalidade húngara foi preso sob acusação de manter a mulher em cárcere privado, em Fortaleza (CE), na manhã desta quarta-feira (11). A vítima é uma garota húngara de 25 anos. Ela ficava presa dentro de um cinema, que também funcionava como boate, no Centro da capital cearense.
Segundo a policia, a garota era obrigada a fazer programas sexuais com clientes da boate. O húngaro foi preso em flagrante e levado para a delegacia. A mulher foi encaminhada à Superintendencia da Policia Federal, por ser estrangeira e estar irregularmente no país.
Polícia deve suspender greve durante o Pan
Cerca de cem policiais civis que participaram de uma assembléia na frente do prédio da Chefia de Polícia Civil, no Centro do Rio, decidiram pela suspensão da greve iniciada há 48 horas. Eles vão voltar às delegacias e demais postos de trabalho, imediatamente. A assembléia, promovida pelo Sindicado dos Policiais Civis (Sinpol) durou quase duas horas. Os policiais votaram pela volta ao trabalho, mas prometem retomar o movimento após o Pan 2007, com indicativo de greve para o dia 30 de julho. Os agentes estão recebendo apoio do Sindicato dos Delegados de Polícia Civil, que promete aderir ao movimento no dia 30.
Cerca de cem policiais civis que participaram de uma assembléia na frente do prédio da Chefia de Polícia Civil, no Centro do Rio, decidiram pela suspensão da greve iniciada há 48 horas. Eles vão voltar às delegacias e demais postos de trabalho, imediatamente. A assembléia, promovida pelo Sindicado dos Policiais Civis (Sinpol) durou quase duas horas. Os policiais votaram pela volta ao trabalho, mas prometem retomar o movimento após o Pan 2007, com indicativo de greve para o dia 30 de julho. Os agentes estão recebendo apoio do Sindicato dos Delegados de Polícia Civil, que promete aderir ao movimento no dia 30.
Ex-síndico é condenado a 12 anos de prisão, mas com direito a recorrer em liberdade
O ex-síndico Selsino Gonçalves Souto, acusado de matar a tiros o vizinho José Marques de Souza, foi condenado a 12 anos de prisão. A sentença saiu na noite desta quarta-feira (11), às 23h, após 13 horas de julgamento realizado no Fórum Criminal Ministro Mário Guimarães, na Barra Funda, na Zona Oeste de São Paulo. A sentença, porém, também garantiu ao réu o direito de recorrer da decisão em liberdade, e, por isso, ele pôde deixar o local a pé.
O crime ocorreu em fevereiro de 1999, no hall de entrada do condomínio em que Souto e Souza moravam, no Jardim
Bonfiglioli, também na Zona Oeste da Capital. O ex-síndico foi responsabilizado por homicídio duplamente qualificado por motivo fútil e impossibilidade de defesa da vítima. O réu foi acusado de preparar uma emboscada na porta de um elevador.
O advogado de defesa de Souto, Alberto Zacarias Toron, promete recorrer da decisão proferida pelo juiz Cassiano Ricardo Zorzi Rocha, do 5º Tribunal do Júri do Tribunal de Justiça de São Paulo (TJ-SP). O advogado irá pedir a anulação do julgamento.
De acordo com a sentença, o réu poderá recorrer em liberdade "por já ter aguardado todo o trâmite da instrução solto e porque não há circunstâncias que justifiquem sua prisão preventiva".

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