Domingo, 24 de junho.Dia de são João!
Vamos as notícias:
Sábado tem menos atrasos nos aeroportos
Depois de quatro dias de caos, a situação nos aeroportos brasileiros começou a ficar mais tranqüila neste sábado (23).
De acordo com o último balanço da Infraero, até as 20h, 21,6% dos vôos tiveram mais de uma hora de atraso.Ao longo do dia, os atrasos e cancelamentos foram diminuindo. O aeroporto de Brasília, por exemplo, ficou vazio. No Rio, filas só para vôos internacionais. Apesar disso, os passageiros ainda enfrentaram transtornos: muita gente dormiu nos principais aeroportos do país e de manhã ainda enfrentou atrasos. Em Fortaleza, de até sete horas. No Recife, quase metade dos vôos saiu fora do horário. Em Salvador, a situação ficou complicada o dia todo. De acordo com a Aeronáutica, problemas com esses são reflexo da crise aérea dos últimos dias. Mas hoje à tarde, no Aeroporto Internacional de São Paulo, em Guarulhos, já foi possível caminhar pelo saguão com um pouco mais tranqüilidade.Como parte das medidas anunciadas na véspera pelo comando da Aeronáutica para solucionar a crise, controladores de outros estados já começaram a monitorar os radares do Cindacta-1, no Distrito Federal. Durante a tarde, mulheres de controladores de vôo fizeram um protesto no Aeroporto Internacional de Brasília contra as medidas; entre elas, o afastamento de 14 controladores que começaram neste sábado um curso para atuar em outra área, na defesa do espaço aéreo brasileiro.
Primo de Saddam Hussein é condenado à morte
O Tribunal Especial no Iraque que julga os responsáveis pelo massacre de milhares de curdos em 1988 condenou neste domingo (24) à morte Ali Hassan al-Majid, o "Ali Químico", primo de Saddam Hussein e principal réu do caso. Na época, "Ali Químico" era uma autoridade de primeiro escalão do Partido Baath no norte do Iraque. Mais cedo, o tribunal condenou à pena de morte o então ministro da Defesa, Sultan Hashim Ahmed, e o ex-chefe da Guarda Republicana Iraquiana, Hussein Rachid al-Tikriti.
Sinalização ruim atrapalha ida a estádio do Pan
A uma semana para o grande teste do Estádio Olímpico João Havelange, o Engenhão, no Engenho de Dentro, subúrbio do Rio, quando no dia 30 será realizado o jogo Fluminense x Botafogo, o local ainda é um enigma para muitos motoristas. Apesar de ver o monumento gigantesco à distância, quem não conhece o trajeto se confunde com a sinalização insuficiente nas vias principais e muitas placas indicativas pichadas.
Quem sai do Centro e segue pela Linha Amarela deve descer na saída 3. É bom ficar atento, pois não há nenhuma placa indicando esse acesso até ao Engenhão. O motorista vai sair na Rua Dona Guilhermina, entrar na primeira à esquerda, Pedro Domingues, seguir pela Rua Angelina, também à esquerda. Pronto: logo à frente encontra-se a Rua Goiás, apontada por uma placa pichada. Mas, dali, não há erros até as bilheterias da Ala Sul. Nesta manhã de sexta-feira (22), guardas municipais orientavam o trânsito para minimizar os transtornos provocados pela construção da passarela, que será usada pelos usuários dos trens. A rampa se estende até a entrada do estádio onde os operários da prefeitura correm contra o tempo para finalizar as obras de pavimentação. Também estão retirando entulho das ruas, podando árvores e fazendo os retoques finais na pintura do estádio.
Mesmo sem sinalização adequada, o motorista que quiser chegar ao Engenhão vindo da Barra da Tijuca (Zona Oeste) pela Linha Amarela não deve encontrar muitas dificuldades se fizer o seguinte percurso: descer na saída 4 e entrar na antiga Avenida Suburbana, atual Dom Hélder Câmara. É aconselhável deixar o carro no estacionamento do Norte Shopping e seguir a pé pela Henrique Scheid. São 700 metros ou, no máximo, 10 minutos caminhando. Dali, com o Engenhão à vista, o torcedor já pode relaxar e entrar no clima dos jogos.

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