Quinta-feira, 28 de junho.
Vamos as notícias:
México vence o Brasil de Dunga
No início de uma nova era, a seleção brasileira foi derrotada por um velho carrasco. Nesta quarta-feira, em Puerto Ordaz, o time perdeu por 2 a 0 para o México na primeira partida de um torneio oficial, a Copa América, sob o comando de Dunga. Desde agosto de 1999, o Brasil só venceu os mexicanos uma vez em sete confrontos (quatro derrotas e dois empates). Os gols da equipe treinada pelo ex-atacante Hugo Sánchez foram de Castillo e Morales, ainda no primeiro tempo. No segundo, o time de Dunga cresceu, Robinho subiu de produção e chegou a acertar o travessão, mas não conseguiu passar pelo goleiro Ochoa, que fez grandes defesas. Após esta primeira rodada, o México divide a liderança do Grupo B com três pontos ao lado do Chile, que bateu o Equador por 3 a 2, de virada. O próximo jogo do Brasil é contra os chilenos, domingo, em Maturín, às 17h05m (de Brasília). A última vez que a seleção brasileira venceu o México foi na Copa América de 2004, por 4 a 0, e o time comandado por Carlos Alberto Parreira acabou campeão.
No início de uma nova era, a seleção brasileira foi derrotada por um velho carrasco. Nesta quarta-feira, em Puerto Ordaz, o time perdeu por 2 a 0 para o México na primeira partida de um torneio oficial, a Copa América, sob o comando de Dunga. Desde agosto de 1999, o Brasil só venceu os mexicanos uma vez em sete confrontos (quatro derrotas e dois empates). Os gols da equipe treinada pelo ex-atacante Hugo Sánchez foram de Castillo e Morales, ainda no primeiro tempo. No segundo, o time de Dunga cresceu, Robinho subiu de produção e chegou a acertar o travessão, mas não conseguiu passar pelo goleiro Ochoa, que fez grandes defesas. Após esta primeira rodada, o México divide a liderança do Grupo B com três pontos ao lado do Chile, que bateu o Equador por 3 a 2, de virada. O próximo jogo do Brasil é contra os chilenos, domingo, em Maturín, às 17h05m (de Brasília). A última vez que a seleção brasileira venceu o México foi na Copa América de 2004, por 4 a 0, e o time comandado por Carlos Alberto Parreira acabou campeão.
Operação fez 13 mortos e não prendeu chefe do tráfico
A maior operação policial deste ano no conjunto de favelas do Alemão e na Vila Cruzeiro, no subúrbio do Rio, terminou, depois de mais de 6 horas, com 13 supostos traficantes mortos e nove pessoas feridas. José Antonio de Souza Ferreira, o Tota, apontado como o chefe do tráfico na área, continua solto, informou o chefe da Polícia Civil Gilberto Ribeiro.
No fim da noite de quarta, uma kombi com seis corpos chegou ao Hospital Getúlio Vargas, na Penha. A polícia investiga se foram vítimas do confronto desta quarta, o que elevaria para 19 o número de mortos.
O Secretário estadual de Segurança Pública, José Mariano Beltrame, garantiu que os mortos eram bandidos e que os policiais não foram violentos. Sobre as vítimas de balas perdidas, o secretário disse que elas são o "remédio amargo" do confronto e explicou que os policiais reagiram ao ataque dos traficantes.
'Estou à base de calmantes', diz professora
Medo constante, pesadelos e calmantes. Essa é a nova rotina da professora de história de 26 anos que foi agredida a socos há uma semana por um aluno de uma escola de Suzano, na Grande São Paulo. "Estou à base de calmantes. Tenho pesadelos, evito ficar sozinha para não pensar no que aconteceu. Sinto frio o dia inteiro e isso não é normal", contou a professora.Com medo de mais violência, ela não quer ser identificada e disse que evita até mesmo passar
pela porta da escola, onde lecionava para a 8º série do ensino fundamental desde o início do ano. "Tenho medo de represálias. Foi uma situação pela a qual nunca passei na minha vida", admitiu a educadora, com a voz baixa devido ao efeito dos sedativos. O estopim de uma relação que já não caminhava bem ocorreu no dia 18, quando o adolescente de 15 anos agrediu verbalmente e fisicamente a professora por discordar de suas argumentações. Ela contou que explicava aos alunos os critérios estabelecidos para a escolha dos representantes da escola em um evento externo. Segundo a professora, foram selecionados os que tinham bom comportamento e boas notas, o que não seria o caso do jovem agressor. "Ele começou a reclamar por que não tinha sido escolhido, a gritar e xingar dentro da sala". Quando o jovem deixou a sala, esperou a professora terminar a aula e a agrediu no corredor. O resultado foram machucados nas mãos, olho roxo e hematomas. A mulher relatou que o aluno tem problemas de comportamento. "Ele sempre deu problema em termos de disciplina. Não só a mim, mas também a outros professores. Faz a lição quando quer e fica quieto quando quer. Disse que seu tom de voz é sempre alto". A direção da escola decidiu pela transferência do estudante a outra instituição de ensino. A medida, para a educadora, é inócua. "Isso só transfere o problema". De licença médica por causa do episódio, a educadora nem sabe se voltará a lecionar. "Gosto de dar aula, mas ainda não sei o que fazer. Penso até em mudar de cidade, arrumar outro emprego", contou ela, que mora em Suzano há 14 anos.
Fonte:Globo.com

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